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Discursos do Presidente

Discurso por ocasião da última reunião do Conselho de Ministros

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR

VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

SENHOR MINISTRO DE ESTADO,

DISTINTOS MINISTROS,

SENHORES GOVERNADORES PROVINCIAIS,

MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES,

Terminámos a última reunião do Conselho de Ministros do actual Governo, formado na sequência do pleito eleitoral de 31 de Agosto de 2012, tendo o Titular do Poder Executivo tomado posse no dia 26 de Setembro desse mesmo ano.

Este mandato governamental foi caracterizado por uma grande estabilidade política e social, apesar da situação económica e financeira difícil que o país viveu, sobretudo a partir de 2013, com a baixa assinalável do preço do petróleo no mercado internacional.

Isso obrigou-nos a reajustar o nosso Programa de Governo e, por conseguinte, a redefinir as despesas públicas para que fosse possível assegurar a sustentabilidade da nossa agenda de desenvolvimento.

Nesse sentido, tivemos de adoptar em tempo oportuno uma estratégia para fazer face à crise, com vista a iniciarmos um novo ciclo económico de estabilidade, não dependente do petróleo como principal fonte de receita fiscal e de exportações do país.

De facto, foi importante termos encarado a crise económica e financeira como uma oportunidade para nos libertarmos da dependência excessiva desse produto e para acelerarmos o processo de diversificação da economia, através do aumento da produção interna, da redução das importações, do fortalecimento do tecido empresarial nacional, da promoção e criação de emprego e da diversificação das fontes de receitas fiscais e de divisas.

Esta capacidade de encontrarmos rapidamente soluções para superarmos os problemas mais prementes e de nos adaptarmos às contingências objectivas dos contextos internos e externos foi um dos traços fundamentais que caracterizaram o mandato do actual Governo.

Contudo, nada teria sido possível se não tivéssemos contado com a vossa inestimável colaboração. Se superámos e vencemos os múltiplos obstáculos, foi porque vocês souberam colocar à disposição do país as vossas capacidades, aptidões, conhecimentos e vontade de triunfar, assumindo com responsabilidade e sentido de Estado os deveres de que estão incumbidos pela Lei e pela Constituição da República.

Reconhecemos aqui e agora que todos, colectiva e individualmente, foram fundamentais para atingirmos os objectivos plasmados nos diferentes programas e planos sectoriais e multisectoriais. 

Juntos fomos sempre mais fortes e decisivos para manter o rumo do país no caminho certo da unidade nacional, da paz, da justiça social, do desenvolvimento e da consolidação da democracia.

O processo eleitoral que vai ter lugar dentro de dias constitui a prova de que as sementes lançadas à terra estão a germinar e de que o povo angolano vai de certeza colher bons frutos a médio prazo.

Agradeço penhoradamente a todos os que tornam possível esta grandiosa obra de edificação de um país que pretendemos que seja moderno, próspero e forte.

Uma palavra particular de apreço aos técnicos e a todo o pessoal que assegura a realização das sessões do Conselho de Ministros e das suas Comissões de Trabalho.

Neste agradecimento não posso deixar de incluir os jornalistas que cobrem e divulgam o conteúdo das suas sessões.

Bem hajam!

Muito Obrigado!

 

 

Terminámos a última reunião do Conselho de Ministros do actual Governo, formado na sequência do pleito eleitoral de 31 de Agosto de 2012, tendo o Titular do Poder Executivo tomado posse no dia 26 de Setembro desse mesmo ano.

Este mandato governamental foi caracterizado por uma grande estabilidade política e social, apesar da situação económica e financeira difícil que o país viveu, sobretudo a partir de 2013, com a baixa assinalável do preço do petróleo no mercado internacional.

Isso obrigou-nos a reajustar o nosso Programa de Governo e, por conseguinte, a redefinir as despesas públicas para que fosse possível assegurar a sustentabilidade da nossa agenda de desenvolvimento.

Nesse sentido, tivemos de adoptar em tempo oportuno uma estratégia para fazer face à crise, com vista a iniciarmos um novo ciclo económico de estabilidade, não dependente do petróleo como principal fonte de receita fiscal e de exportações do país.

De facto, foi importante termos encarado a crise económica e financeira como uma oportunidade para nos libertarmos da dependência excessiva desse produto e para acelerarmos o processo de diversificação da economia, através do aumento da produção interna, da redução das importações, do fortalecimento do tecido empresarial nacional, da promoção e criação de emprego e da diversificação das fontes de receitas fiscais e de divisas.

Esta capacidade de encontrarmos rapidamente soluções para superarmos os problemas mais prementes e de nos adaptarmos às contingências objectivas dos contextos internos e externos foi um dos traços fundamentais que caracterizaram o mandato do actual Governo.

Contudo, nada teria sido possível se não tivéssemos contado com a vossa inestimável colaboração. Se superámos e vencemos os múltiplos obstáculos, foi porque vocês souberam colocar à disposição do país as vossas capacidades, aptidões, conhecimentos e vontade de triunfar, assumindo com responsabilidade e sentido de Estado os deveres de que estão incumbidos pela Lei e pela Constituição da República.

Reconhecemos aqui e agora que todos, colectiva e individualmente, foram fundamentais para atingirmos os objectivos plasmados nos diferentes programas e planos sectoriais e multisectoriais. 

Juntos fomos sempre mais fortes e decisivos para manter o rumo do país no caminho certo da unidade nacional, da paz, da justiça social, do desenvolvimento e da consolidação da democracia.

O processo eleitoral que vai ter lugar dentro de dias constitui a prova de que as sementes lançadas à terra estão a germinar e de que o povo angolano vai de certeza colher bons frutos a médio prazo.

Agradeço penhoradamente a todos os que tornam possível esta grandiosa obra de edificação de um país que pretendemos que seja moderno, próspero e forte.

Uma palavra particular de apreço aos técnicos e a todo o pessoal que assegura a realização das sessões do Conselho de Ministros e das suas Comissões de Trabalho.

Neste agradecimento não posso deixar de incluir os jornalistas que cobrem e divulgam o conteúdo das suas sessões.

Bem hajam!

Muito Obrigado!

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