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25fev

Combate à Corrupção Posicionamento do Estado

Política | | Return

São rigorosamente 604 os casos que estão presentemente investigados pela Procuradoria Geral da República, dos quais 190 em fase de averiguação para apuramento de indícios criminais e posterior tramitação processual. Uma pesquisa pode ser praticamente todas as províncias do país. Os suspeitos e os arguidos são numerosos, tratando-se, na maioria, de funcionários do Estado, dirigentes e outras figuras públicas.
A exposição do presidente João Lourenço, feita no congresso ex-traordinário do MPLA, no ano passado, quando assumiu a liderança do partido governamental, como as primeiras “vítimas”. anti-corrupção que o actual Chefe de Estado está a ter um olhar sobre o mesmo. Não se trata - diga-se - de nenhum mistério.O facto é que os humanos são eliminados, em todo o mundo, por ligamentos ligados à administração pública e ao governo de plantão. Se fosse um dos partidos sem poder, outras seriam, previsivelmente, os primeiros suspiros de seus praticados.
A entrevista da procuradora Inocência de Brito para uma campanha de notícias também é chamada, que é como as medidas anti-suspensivas e os seus aliados de circunstância, de maneira seletiva. Ou seja, não existe nenhuma
"perseguição" contra ninguém, nem qualquer "caça às bruxas".
Os factos estão aí: mais de 600 informa sob investigação em todo o país, nos quais o caso é individual, como as diferenças de responsabilidades, as funções, o histórico pessoal e as relações de parentesco.Os que insistem em afirmar, por exemplo, que estão sendo utilizados para uma ação moralizadora das novas-pessoas, enquanto que estão no princípio. primeiro e primeiro ministro dos Transportes do Presidente João Lourenço, além de vários altos funcionários da administração, sem plano central e provincial.
O Conselho da Reitoria, José Eduardo dos Santos, vai ser subordinado a uma perseguição pessoal, tratar-se de uma estratégia de defesa integral, mas é preciso entrar em contacto, cada vez mais, na mera esfera da psicanálise. Um mundo é altamente detalhado e legal, absolutamente nula.
Entretanto, que alguns dos visados ​​pela acção da Procuradoria Geral da República utilizam essa narrativa, é capaz de compreender, mas que as personalidades e os sectores que fazem parte da luta contra a corrupção uma das suas principais regras agora, não é dito, não abona nada a favor da sua pre-tensão de se mostrar aos cidadãos como uma alternativa efetiva ao atual Governo.
Chamam a atenção, em especial, como uma das maiores autoridades da oposição, a UNITA. Uma ideia política global sempre manifestou contra todas as leis de amnistia que envolve crimes de natureza económica. Há dois meses, a oposição à lei de repatriação de capital de iniciativa do Presidente João Lourenço. Como explicar, pois, uma viragem de 180 de hoje de verificada? O que motiva o líder da UNITA, Isaías Samakuva, é um insistente, contra todos os fatores e números dispo- níveis, que é o "seleto" e o presidente da bancada parlamentar partido partido, Adalberto da Costa Júnior, um defensor, com o ar mais cândido deste mundo, o perdendo criminal aos culpados de actos de corrupção e peculato? A UNITA quer ser uma boia de salvação dos corruptos?
Tudo indica que a UNITA, o pretendido pelas iniciativas do Presidente João Lourenço, perdeu o discurso e, possivelmente, simpatizantes e aderentes. Precisa de novas alianças. To estender to be matrimonary to the town of madison with the political political of MPLA that are, junto to moment, a accounts with a justice, the partido created by Jonas Savimbi do meu amigo é Mas será interessante acompanhar esse movimento. Será que, disso, resultará alguma vez efectiva?
A luta contra a corrupção, politicamente desencadeada pelo Presidente da República e as que estão sendo aplicadas, é um processo que nos leva a cabo em todo o país, é uma das grandes mudanças ocorridas em Angola, na sequência das eleições de Agosto de 2017. É natural, portanto , que é um dos temas predilectos, quer a imprensa local, quer a realidade que trata da realidade angolana. Confundir este éimoio interesse mediático com uma tentativa de humilhar os olhos pelas investigações da Procuradoria Geral da República não passa da tergiversação.
Inocência de Brito, uma luta contra a corrupção não deve ser feita apenas pelo corpo de justiça, mas por toda a sociedade. “Queremos um engajamento maior [da sociedade], porque é um cara de todos”, sublinhou ela. O apelo precisa ser respondido pelos angolanos, pois a luta contra o câncer é, sem dúvida, um golpe ao óbito.

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