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30mai

Estudo científico ajuda na conservação de espécies

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A ministra do Ambiente, Paula Francisco Coelho, afirmou, nesta quinta-feira, em Luanda, que os estudos científicos da National Geographic sobre a vida selvagem do Okavango vão contribuir no processo de conservação/protecção ou de novas categorias. A governante fez a afirmação durante o Simpósio  de Conservação "Lisima LYa Mwono", sublinhando tratar-se de um trabalho que poderá aumentar a área de conservação de água doce do país. 

Para a responsável, a fonte de vida que nasce no Bié, Moxico e Cuando Cubango é também fonte de alimento para os países do KAZA, onde, recentemente, fez-se um estudo comparativo sobre a qualidade da água entre no Bostwana até a Victória Folls (Zimbabwe).

O projecto tem como objectivo conduzir pesquisas para priorizar áreas de elevado valor de conservação, explorar as bacias hidrográficas do Cuando Cubango e Lungue Bungo, estabelecer áreas protegidas para preservar bacias hídricas críticas e a maior floresta de Miombo intacta de África.

O estudo visa igualmente apoiar a expansão da área transfronteiriça de conservação do Kavango-Zambeze (KAZA -TFCA) e promover a área de elevado valor de conservação com filmes, impressões e media digital.

O coordenador do projecto National Geographic sobre a vida selvagem do Okavango, Steve Boys, avançou que foram descobertas 79 peças para a ciência e 83 projectos para o país, sem avançar mais pormenores.

Esta parceria com o governo tem como objectivo trabalhar com as comunidades para tentar alcançar um equilíbrio, para que as acções humanas sejam menos nocivas ao ambiente.

Pretende-se que daqui a 5 anos essas comunidades alcancem um equilíbrio para o meio ambiente. O projecto está assegurado com cerca de 27 mil dólar, para cinco anos, mas, no entanto, prevê-se angariar mais fundos, uma vez que crescem em fase do investimento na região.

O projecto regional Okavango/Zambeze (KASA), lançado em 1993, constitui a maior iniciativa transfronteiriça do Continente Africano, com 444 mil e 462 quilómetros quadrados. Liga 36 áreas de conservação a nível de Angola, Zâmbia, Zimbabwe, Botswana e Namíbia, na região da África Austral.

Este workshop é o primeiro do comité de coordenação do projecto e serve para a apresentação dos resultados das várias expedições realizadas em termos de abundância de espécies.

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