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05jun

Estabilidade fiscal assegura investimento nos petróleos

Economia | | Return

As acções desenvolvidas pelo Executivo para a estabilidade fiscal e contratual, as reformas políticas e económicas, para um ambiente de negócios transparente e competitivo, vão assegurar os investimentos no sector dos petróleos, afirmou terça-feira a administradora da ANPG, Natacha Massano.

Ao falar na  Conferência "Angola Petróleo e Gás 2019", aberta em Luanda, pelo Presidente da República, João Lourenço, Natacha Massano sublinhou ser necessário continuar a cumprir os programas, visando a estabilidade da produção nacional para alcançar níveis superiores a bem da economia.

Dados indicam que, a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) prevê uma produção petrolífera de cerca de três mil milhões de barris entre 2019 e 2025 (1,428 milhões de barris/dia), com o Estado a beneficiar 35 por cento desta produção.

Dos três mil milhões de barris, 20% resultará em receitas para a concessionária e 15% virá de impostos a serem pagos pelos investidores.

A administradora assegura que, de 2019 a 2025, as previsões passam por licitar mais de 50 novas concessões, sendo que para 2019 serão as concessões dos blocos das bacias do Namibe e Benguela, 2020 - da bacia do Kwanza, 2021- do offshore Shelf e águas profundas das bacias do Kwanza e Congo e 2023 – onshore em bacias interiores.

O fórum, que decorre de 4 a 6 deste mês, acontece numa altura em que estão em curso reformas profundas no sector do petróleo e gás, iniciadas em 2017, daí o apoio do Executivo a esta iniciativa da África Oil & Power.

A conferência, que junta os principais "players" da indústria petrolífera mundial e empresas de consultoria, mercado petrolífero nacional e internacional, abordará os desafios da exploração em offshore e onshore.

Além dos responsáveis do sector, participam na conferência mais de 800 delegados, entre membros de governos de países produtores, representantes de instituições internacionais e das principais petrolíferas e as distribuidoras mundiais Total, Chevron, ExxonMobil, BP, ENI e Equinor.

A organização perspectiva que o evento seja “a maior convenção de investimentos na indústria de petróleo e gás do continente africano do ano 2019”.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África Subsahariana, com uma produção média de 1,49 milhões de barris/dia, atrás da Nigéria, com 1,7 milhões de barris.

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