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22jul

Empresas recebem licenças de exploração mineira

Economia | | Return

Vinte e duas empresas semi-industriais de exploração mineira, na Lunda Sul, receberam sábado licenças para exercerem a sua actividade de exploração de diamantes, após a suspensão decretada em 2018 no âmbito da operação transparência.

As referidas empresas vão exercer a sua actividade maioritariamente no município de Cacolo a 160 quilómetros de Saurimo (Lunda Sul).

A entrega das licenças coube ao director nacional dos recursos minerais, André Buta Neto, que adiantou que as empresas devem cumprir com o regulamento estipulado, desenvolvendo acções concretas, que irão garantir dentro de dois anos a passagem para empresas industriais.

Lembrou que a actividade era feita de forma anárquica, porém as empresas que receberam os títulos e não estão em condições para arrancar com os trabalhos podem renunciar.

Quanto à venda da produção de diamantes, o responsável disse que deve ser apenas comercializado a empresa “Sodiam”, mas aquelas que não apresentarem a real produção, estarão a violar o regulamento, correndo o risco de lhe ser retirada o título.

Informou que a Sodiam e Endiama estão a criar condições para que brevemente se abra escola de formação para lapidadores e avaliadores de diamantes, facilitando deste modo a venda dos lotes.

Explicou que em função da gema dos diamantes que caracteriza cada áreas a ser explorada, esta a ser elaborado uma tabela de preços, onde cada um em função das características da sua área e a qualidade do produto terá a oportunidade de saber o verdadeiro valor por cada lote.

Apontou que um dos grandes objectivos deste projecto é combater a pobreza, dando prioridade aos jovens que habitam nas aldeias circunvizinhas do local de exploração.

Fez saber que constam do estatuto, como obrigação da actividade a desenvolverem, a abertura de vias de acesso, construção de escolas e posto de saúde para as populações adjacente a região a explorar.

Por sua vez, o vice-governador para infra-estruturas e serviços técnicos, Evanerson Kaputo, solicitou às empresas a cumprir rigorosamente com a responsabilidade social, de modo a beneficiar a população.

Disse que o projecto prevê mais de mil postos de trabalho directo, atendendo a gritante falta de emprego na província, constituirá um contributo para geração de postos de trabalho.

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