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24jul

Investimentos privados chegam a USD 1.489 milhões

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A Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (Aipex) registou, em um ano, um investimento privado na ordem dos mil milhões e 489 milhões de dólares, com destaque para o sector industrial.

Este valor perfaz um total de 155 projectos registados pela Aipex, desde que entrou em vigor  a  Lei de  Investimento Privado em Angola, a 26 de  Junho de  2018 até  30 de Junho deste ano, de acordo com o presidente do Conselho de  Administração, Licínio Vaz Contreiras.

 Segundo Licínio Contreiras, que  interveio  na  cerimónia de lançamento do projecto do Centro Politico Administrativo (Bairro dos Ministérios) - uma iniciativa do Executivo angolano, avançou que  dos  registos  feitos  74 projectos estão ligados à indústria, 38  comércio, 21 seguros e serviços,  nove  da agricultura, quatro em construção, entre outras áreas.

 Dos projectos registados, 38 já foram implementados e estão em funcionamento e 74  encontra-se em  fase de  execução em várias regiões do País.

Durante o período em referência foram arrecadados 778 milhões de dólares pelo  investimento privado, de acordo com Licínio Contreiras.

 Em termos de origem  do  investimento privado, dos 155 projectos 64 são investimentos feitos por residentes em Angola,  seguido  de projectos mistos num total de 23. A china  aparece com 15, num valor de 175 milhões de  dólares,  Portugal com  12 projectos  avaliados  em cinco  milhões e  oito mil dólares,

  Alguns países  africanos  também   entram na estatística de  investimento privado em Angola,  como é o caso da Eritreia (5),  Quénia (2), Moçambique (2), Uganda (1), Namíbia (1),  Burundi  (1) , Madagáscar (1) e  Etiópia (1).

   A Lei de Investimento Privado  fixa  os benefícios  e as facilidades que o Estado  angolano  concede  aos investidores  privados  e os critérios  de acesso  aos mesmos,  bem como estabelece  os direitos, deveres  e as garantias  dos  investidores provados.

Publicado em Diário da República de  25 de Junho de  2018,  o diploma  considera prioritário  os segmentos  de mercado  que  se  identifiquem potencial  de  substituição  de importações  ou fomento  e  diversificação  da economia, incluindo a  exportação.

Os  sectores  da educação,  saúde,  investigação   cientifica e inovação,  agricultura,  alimentação, agro-pecuária, agro-indústria,  construção, obras públicas,  telecomunicações,  infra-estruturas  aeroportuárias, e ferroviárias,  produção e distribuição  de electricidade, são entre outros sectores prioritários.

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