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Porto do Namibe com maior capacidade de atracagem

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A segunda fase do projecto de modernização do Porto do Namibe, tornou esta infraestrutura económica, hoje, com maior capacidade de atracagem e movimentação de navios e de mercadorias, segundo o Ministro dos Transportes, Ricardo Abreu.

Iniciado há 65 anos,o então Porto de Moçâmedes,  foi erguido pelo Governo, com o apoio financeiro do Japão, avaliado em 60 milhões de dólares.  Antes desta intervenção, o cais movimentava o máximo de dez navios por hora, estando agora em condições de receber 35.  De acordo com o Ministro Angolano, o Porto do Namibe estará em condições de concorrer com os seus similares mais próximos, respondendo desse modo ao crescimento da procura que se avizinha, com a retomada da exploração mineira e o incremento da produção agrícola nesta região, que abrange as províncias do Namibe, Huíla, Cuando Cubango e Cunene.

Integrada no projecto de desenvolvimento da Baía do Namibe, que também é financiado pelo Governo Japonês, o Porto do Namibe vê também reforçada a sua capacidade de transporte, segurança e eficiência no manuseamento das cargas, a redução dos custos de frete, o aumento das receitas e do número de postos de trabalho, além de se tornar num forte incentivo para a diversificação da economia nacional.

“Vamos ter um porto novo, cujo desempenho influenciará, positivamente, a qualidade de vida das populações do Namibe”, sublinhou na altura o Ministro Ricardo de Abreu. Por sua vez, o Embaixador do Japão em Angola, S. Exa. Hironori Sawada, frisou que o seu Governo contribuiu para o projecto com um financiamento de 60 milhões de dólares, numa parceria que envolveu o sector privado nipónico, através da empresa “TOA Corporation”.

O representante do Japão em Angola, também garantiu que o seu País vai continuar a direccionar apoios para o Namibe, onde a ” TOA Corporation” está envolvida, como empreiteira, no Projecto de Desenvolvimento Integrado da Baía do Namibe, o que inclui a expansão do terminal de contentores do Porto do Namibe e a reabilitação do Porto do Saco-Mar.

O momento marca a história comum entre Angola e o Japão, o que deverá ficar devidamente assinalado na 7ª Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento de África, a ter lugar na cidade de Yokohama, no final deste mês, ocasião que deverá ser aproveitada, segundo o Embaixador Japonês para incrementar as relações económicas e comerciais entre os dois países, “uma vez que Angola é a terceira maior economia de África”. “Temos muito a fazer para alargar as nossas relações e esperamos que a cooperação no Namibe possa servir como um bom exemplo para o futuro,” sublinhou o diplomata.

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