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18set

UNESCO pede compromisso para a manutenção da paz

A directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, pediu hoje, quarta-feira, em Luanda, maior compromisso dos governos para a manutenção da paz, por ser o maior alicerce para a promoção da qualidade de vida da população.

A posição foi manifestada durante o acto de abertura da Bienal de Luanda - Fórum Pan-americano para a Cultura de Paz, que decorrerá até sábado, sob o lema “Construir e preservar a Paz”.

Audrey Azoulay referiu ser preciso maior engajamento de todos para a preservação da paz que foi alcançada com muito esforço, devendo-se reafirmar, de forma permanente, o seu compromisso individual e colectivo com a qualidade de vida que esta acarreta para os povos.

A directora fez menção a outros assuntos da actualidade, com destaque para o aquecimento global e revoluções tecnológicas, que requerem uma reformulação.

Referiu que a Bienal funcionará como uma plataforma de reflexão sobre o futuro de África, com abordagens focadas sobre a educação, ciência, cultura ao serviço da cultura de paz , prevenção de conflitos e o papel da mídia na promoção da paz fundamental para os tempos modernos.

Apelou ao espírito de resiliência como um dos mecanismos para proteger a paz, apostar na educação, sobretudo das mulheres e crianças, bem como o acesso a saúde, como um dos pilares de defesa e actuação da Unesco junto aos povos africanos.

Para além directora da Unesco fizeram-se presentes ao país os presidentes da Namíbia e do Mali, Hage Geingob e Ibrahim Boubacar Keïta, o Prémio Nobel da Paz de 2018, Denis Mukwege, e o antigo internacional da Côte d'Ivoire, Didier Drogba.

À margem, a UNESCO e o Ministério do Ensino Superior assinaram um cordo no domínio da formação, tecnologia e investigação científica.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas.

Além de manifestações artísticas e culturais dos respectivos países, a Bienal reunirá, na capital angolana, representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

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