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08out

Executivo atribui mais de 8 mil habitações

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Oito mil e 990 habitações das 10 mil e 900 previstas foram entregues entre 2017 a 2019 pelo Executivo angolano, através do Ministério do Ordenamento do Território e Habitação, disse nesta segunda-feira, em Luanda, a titular da pasta, Ana Paula de Carvalho.

Falando no acto que marcou o Dia Mundial do Habitat, celebrado sob lema “Tecnologia de ponta como uma ferramenta inovadora para transformar resíduos em riquezas”, sublinhou que algumas residências não foram entregues por problemas no fornecimento de água e maior parte por falta das estações de tratamento de águas residuais.

Ana Paula de Carvalho disse que, em termos de distribuição, em Benguela, na Baia Farta, das mil residências previstas foram entregues 360 (faltam 640), enquanto no Lobito foram entregues 656 das três mil previstas faltando dois mil e 344.

No Namibe, na Centralidade 5 de Abril, foram entregues 584 das duas mil casas, e na Centralidade do Namibe, denominada Praia Amélia, entregaram 570.

Já no Bié, na Centralidade do Andulo, estão previstas mil, mas só foram feitas 172.

Na capital do país, Luanda, na Centralidade do Zango 0 das duas mil e 464 existentes entregou-se 784 previstas, porque há que se concluir ainda o tratamento das águas residuais e pluviais.

Já no Zango 5, o famoso Zango 8 mil, também está em fase conclusiva, e das sete mil e 794 casas existentes foram entregues quatro mil casas “por não estarem ainda concluídas as soluções definitivas”.

Na província do Uige, as residências da Centralidade de Quilomosso foram entregues na totalidade - as mil e 10 casas.

Na Centralidade da Quilemba, na província da Huíla foram entregues 854 residências

Já Cuanza Sul, na Centralidade da Quibaúla estão a finalizar os trabalhos e deverão ser entregues ainda este ano as duas mil e 10 casas.

A Centralidade do Luhongo também tem duas mil casas e serão entregues na totalidade.

Capari e o Quilómetro 44 também ainda não foram entregues na totalidade por causa dos equipamentos e infra-estruturas de suporte.

A ministra frisou que se não tiver as estações de tratamento de água nas referidas centralidades essa água é devolvida ao rio de forma poluída.

De acordo com a Ana Paula de carvalho, as pessoas que beneficiaram na sua maior parte são ainda os funcionários públicos, porque o processo começa com os funcionários públicos, empresas públicas e depois com o público em geral, em função da cifra de cada grupo.

A ministra disse que cada uma das centralidades, além de casas, tem postos médicos, escolas, centros infantis e outros equipamentos como esquadras que “estão em falta, mas também temos as estações de tratamento de água,  das águas residuais, e muitas delas não estão concluídas. “Então não podemos entregar todas porque não têm as condições preparadas. Entregamos aquelas com as condições provisórias, muitas delas estão a concluir este ano e outras no primeiro trimestre do próximo ano”.

Na visão da titular da pasta, reduzir os poluentes e desenvolver tecnologias de tratamento são importantes virtudes para preservação e recuperação do ambiente.

Ana Paula de Carvalho afirmou que o Governo angolano tem gizado acções no quadro do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 que concorrem para o desenvolvimento urbano e sustentável do país.

Neste Plano, acresceu, para o sector da habitação foram estabelecidos metas, sendo que no domínio do ordenamento do território e urbanismo aprovou-se e ratificou-se 11 instrumentos.

No domínio das infra-estruturas urbanas, o sector tem como meta construir 10 novos centros urbanos,  cinco já em execução, nas províncias da Huíla, Malanje, Cuanza Norte, Lunda Sul e Cuando Cubango.

O objectivo do Dia Mundial do Habitat é reflectir no estado dos povos, das cidades e dos espaços públicos, para garantir os direitos básicos de uma vivência adequada a todos os homens, tais como o direito à habitação condigna.

Preservar o habitat das futuras gerações e tornar as cidades sustentáveis são também preocupações deste dia.

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