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05dez

Angolanos na Alemanha celebram independência

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Um convívio abrilhantado com música de Angola ao vivo reuniu, em Berlim, a comunidade angolana residente na República Federal da Alemanha para os festejos do 37º aniversário da proclamação da independência nacional, comemorado sob o lema “Todos juntos, promovamos o bem-estar dos angolanos”.

Em palco estiveram a Banda Maravilha, Maya Cool, Zé Borges, Aleluia, Master Jake, Madruga Yoyo e o Balet Tradicional Kilandukilo que, ao lado dos músicos Francisco Fuala e Francisco Sete, residentes em Berlim, e um grupo de dança local fizeram a delícia de angolanos provenientes de outras localidades alemãs e de países limítrofes, nomeadamente da República Checa, Bélgica e Holanda.

Na sua mensagem à comunidade, o embaixador de Angola na Alemanha, Alberto Correia Neto, sublinhou a importância da data e encorajou os angolanos a tudo fazerem para o reforço das relações de cooperação entre os estados angolano e alemão, em benefício dos dois povos.

No mesmo dia, na recepção oficial que contou com a presença de governantes, empresários alemãs e outros convidados, o embaixador Alberto Neto falou da caminhada de Angola desde a proclamação da independência até a presente data, realçando os avanços registados nos domínios económico e social.

Conforme referiu, “a economia angolana conheceu nos últimos cinco anos uma taxa de crescimento médio de cerca de 9,2 porcento, sendo que o sector não petrolífero cresceu em média a uma taxa de 12 porcento”, notando que “esses níveis resultam da eficácia das medidas tomadas pelo Executivo angolano para a estabilidade dos indicadores macroeconómicos de natureza fiscal, monetária e cambial que permitiram reanimar a economia”.

Ao referir-se à cooperação com a Alemanha, o embaixador Alberto Neto exprimiu o quão grato é para Angola contar com a presença no país de mais de 20 empresas alemãs que colaboram no processo de reconstrução nacional. “São diversas as áreas de cooperação que já estão a ser exploradas entre os dois países, podendo aqui destacar a economia, energia, matérias-primas, cultura, agricultura e defesa”, referiu.

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