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29jul

IURD refuta denúncias sobre crimes em Angola

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A direcção da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola considerou, em Luanda, falsas as acusações apresentadas por pastores e bispos angolanos.

Em 28 de Novembro de 2019, a auto-denominada "Comissão de Reforma da IURD" apresentou, às autoridades angolanas, um manifesto com várias denúncias, entre as quais a prática da vasectomia, lavagem de dinheiro, discriminação racial e evasão fiscal.

Os supostos crimes estão a ser investigados pela Procuradoria Geral da República.

Numa carta de direito de resposta a uma notícia veiculada pela Angop, no dia 20 de Julho deste ano, intitulada "Angolanos denunciam difamação", a direcção da igreja nega a existência de alas e acusa a Comissão de Reforma de tentar "apropriar-se da IURD e do seu património".

Eis a íntegra da carta de direito de resposta da instituição religiosa:

Exmo. Senhor Director da "Angop – Agência Angola Press"

Rua Rei Katyavala 120/122

2181 Luanda

Luanda, 24 de Julho de 2020

Assunto: Exercício do direito de resposta

Exmo. Senhor Director,

Ao abrigo do disposto nos artigos73.º e 74.º da Lei n.º 1/17, de 23 de Janeiro ("Lei de Imprensa"), vem a Igreja Universal do Reino de Deus (doravante, "IURD") exercer o seu direito de resposta em relação à notícia intitulada "Angolanos denunciam difamação" publicada no site da V. agência no dia 20.07.2020, na qual a IURD é directamente visada com factos susceptíveis de lesarem gravemente a sua reputação e honorabilidade, bem como a dos seus representantes, constituindo, de resto, a prática de ilícitos criminais, razão pela qual aqui exerceremos o nosso direito de resposta.

1. Importa recordar que a auto-denominada "Comissão de Reforma" da IURD, que mais não é do que um grupo de dissidentes a tentar apropriar-se da IURD e do seu património pela força através de artifícios manifestamente ilícitos, nunca foi reconhecida como legítima pelos órgãos próprios da IURD, pelos seus membros, obreiros ou pelos tribunais angolanos.

2. A narrativa da Notícia está assente num comunicado da putativa Comissão de Reforma da Igreja Universal do Reino de Deus que usa ilegalmente o nome e elementos distintivos da IURD para assim prevalecer-se da sua reputação, e com isso atingir propósitos claramente ilegítimos. 

Anexo

Direito de Resposta

O conteúdo da peça jornalística publicada no site da Angop e replicada por vários meios, tendo a Angop como fonte no dia 20 de julho de 2020 é susceptível de lesar gravemente a reputação e honorabilidade da IURD, dos seus representantes edo Bispo Honorilton Gonçalves , uma vez que conduz os leitores à conclusão falsa de que existe uma campanha de difamação, além de alegaram um suposto crime que as próprias autoridades policiais na ocasião desmentiram em vários veículos de comunicação.

Em todo o caso, não pode a IURD deixar de evidenciar a falsidade das acusações disseminadas pelo grupo de dissidentes e reproduzidas na Notícia.

           A IURD lamenta ainda que a Angop, apoiado na retórica utilizada pelo grupo de dissidentes, publiqueuma notícia suscetível de exacerbar um clima de xenofobia e racismo contra os membros de nacionalidade brasileirada IURD, ao criarem a convicção, como foi dito, de que existiria uma ala brasileira e uma ala angolana dentro da IURD, informação falsa e tendenciosa, pois comprovadamente a IURD é composta maioritariamente por Angolanos.

          O interesse da IURD é prosseguir pacificamente a sua vocação de auxílio e apoio espiritual e social , a vários níveis, aos seus milhares de fiéis e aos segmentos mais carenciados do povo angolano, sem que a sua missão esteja diariamente a ser atacada com calúnias e difamações além deações tomadas à margem da lei. A IURD, os seus representantes, obreiros e fiéis merecem e anseiam por respeito e que os mesmos sejam tratados com justiça e imparcialidade. Ainda que isso vá contra os interesses de um grupo de indivíduos com fins inconfessos.

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Igreja Universal do Reino de Deus

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Avisos Consulado

Pela presente, o Sector Consular da Embaixada de Angola na República Federal da Alemanha, informa que, doravante, no acto de tratamento de questões de natureza consular, procederemos ao uso do termómetro de medição da temperatura. Importa referir, que a medida em referência, não retira o uso obrigatório da máscara,  desinfectantes (Álcool-Gel), bem como o distanciamento de pelo menos de um (1) metro e meio no contacto com as pessoas .

Augurando por dias melhores, cordialmente nos despedimos.

Berlim, aos 22 de Junho de 2020.-  

Reclamções e consultas do Sector Consular  ligar para +491602019523

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