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Universidades devem manter contactos com unidades sanitárias - ministra

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A ministra do Ensino Superior, Ciência Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Bragança, defendeu hoje, em Luanda, a necessidade das instituições universitárias manterem contactos com as unidades sanitárias locais, com vista a dar melhor resposta em situação de casos suspeitas da Covid-19.

A titular da pasta falava à imprensa, no final de uma visita de constatação das condições de biossegurança para combate à covid-19, em unidades orgânicas das Universidades Agostinho Neto, Gregório Semedo e Instituto Superior de Serviços Sociais, no âmbito do recomeço das aulas.

Dada a pressão que se regista, disse, a aproximação das entidades locais sanitárias permitirá que cada gestor universitário consiga em tempo oportuno atender a casos suspeitos e os rastreios de possíveis contactos.

Quanto às condições encontradas, Maria do Rosário Bragança, que visitou a Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto, Instituto Superior dos Serviços Social (ISSS) e a Universidade Gregório Semedo, considerou de aceitáveis para o recomeço cauteloso das aulas depois de uma interrupção de seis meses desde o registado dos dois primeiros casos positivos a 21 de Março.

Particularizou a Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto e Universidade Gregório Semedo como exemplos a ser seguido, nesta fase que de pandemia, pelo facto de terem criados plataformas virtuais Moodle” e “Google Classroom” de apoio ao ensino presencial de  acesso livre.

Durante a visita, na Faculdade de Engenharia, a única que já arrancou com os estudantes do 4º e 5º ano, constatou-se existirem condições de biosseguarnça, como o medidor de temperatura no portão de acesso ao pátio, lavatórios com água corrente para lavagem das mãos.

Dentro das salas, havia sinalização de espaçamento, além das carteiras de dois utilizadores passarem somente para um utente.

O Instituto Superior dos Serviços Social (ISSS) criou três zonas com lavatórios dos membros inferiores e área de higienização das mãos com álcool em Gel.

A Universidade Gregório Semedo instalou um  túnel de desinfestação e tambores a pedais, com duplas funções, para lavagens e higienização das mãos. Nestas duas últimas, as aulas começam na quarta-feira.

A Angop efectuou uma ronda nas escolas de ensino primários, I e II ciclos de ensino, nas algumas zonas de Luanda.

No colégio Ngola  Nzinga, que   recomeçou com   três turmas da  9ª classes, tem o medidor de temperatura de raio  ultravioleta  no portão que dá acesso ao quintal da escola.

 As salas, em tempo de normal de 34 a 40 estudantes, nesta escola, estão divididas agora  em dois  grupos, variando, entre  18, 20 e 21 estudantes, com frequências  alternadas de segunda, quarta e sexta feiras e outros de terça e quinta feiras.

Já no Neves Bendinha, a Escola Primaria  1602, que iniciou  só com as turmas da 6ª classe,  pareceu com menos condições de  protecção contra o Covid-19, no entanto, foi visível a entrada três baldes de água com torneiras anexada à entrada da instituição.

À semelhança das salas de aulas, que registaram uma fraca adesão, as habituais paragens do Nzinga e do 1º de Maio apresentaram-se com pouco fluxos de alunos.

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  1. th-56.jpg 05/10/2020 22:42:01

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Pela presente, o Sector Consular da Embaixada de Angola na República Federal da Alemanha, informa que, doravante, no acto de tratamento de questões de natureza consular, procederemos ao uso do termómetro de medição da temperatura, o uso obrigatório da máscara,  desinfectantes (Álcool-Gel), bem como o distanciamento de pelo menos de um (1) metro e meio no contacto com as pessoas .

Augurando por dias melhores, cordialmente nos despedimos.

Berlim, aos 22 de Junho de 2020.-  

Reclamções e consultas do Sector Consular  ligar para +491602019523

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