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05nov

Quarta lapidadora de diamantes já em actividade

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Uma fábrica de lapidação de diamantes, denominada "KGK Angola", com capacidade para processar 100 mil quilates brutos/ano, foi inaugurada segunda-feira, em Luanda, elevando para quatro o número de unidades do género no país.

Com cinco milhões de dólares já investidos, dos USD 25 milhões previstos para a primeira fase desta fábrica, a iniciativa é uma parceria entre o grupo de origem indiana "KGK", com 65 por cento, a Sodiam E.P, com 5, e a UST, com 30.

A unidade fabril, inaugurada pelo ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, obedece aos novos padrões internacionais de lapidação, proporcionou 50 postos de trabalho para nacionais, número que poderá aumentar para 200 até ao primeiro semestre de 2020.

Na ocasião, o governante, que presidiu à cerimónia de inauguração, congratulou-se com este novo investimento e, em particular, com o interesse do grupo KGK no mercado angolano. Na sua opinião, a fábrica é uma mais-valia em termos de qualidade de novos projectos e parcerias a serem desenvolvidos no país.

Disse ser pretensão do Executivo aumentar, a médio-prazo, 20 por cento da capacidade de lapidação de diamantes produzidos no país, que actualmente é de apenas dois por cento.

A Lei do Subsector dos Diamantes impõe que 20 por cento dos diamantes explorados no país devem ser lapidados internamente.

Com a inauguração desta fábrica, o país conta com a quarta instalação de lapidação de diamantes (APD, ASPD, Pedras Rubras).

Diamantino Azevedo apelou aos investidores nacionais e estrangeiros para apostarem neste investimento no Pólo Industrial, em finalização na província da Lunda Sul, assim como em outras partes do país, onde se exploram diamantes.

Sem avançar a produção e os valores a serem investidos, informou que, brevemente, haverá investimentos para a construção de fábricas de lapidação de diamantes nas províncias da Lunda Norte e de Malanje, assim como a inauguração de uma lapidadora no Pólo Industrial em Saurimo, na Lunda Sul.

A KGK é uma empresa de origem indiana, criada em 1905, com sede em Hong Kong, vocacionada para a actividade de mineração, jóias, comercialização de pedras preciosas, entre outros produtos.

Presente em 18 países, a KGK  conta com uma equipa global que integra 14 mil profissionais e com plena actividade na Ásia, América, Europa, Austrália e em África (África do Sul, Botswana, Moçambique e Namíbia).

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Berlim, aos 22 de Junho de 2020.-  

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